03 junho, 2010

Resenha - O rapaz que não era de Liverpool


O autor Caio Riter escreveu o livro: O rapaz que não era de Liverpool que foi publicado pela editora SM em São Paulo no ano de 2006, primeira edição, em 2009 foi publicado com a nova ortografia, o livro contem 127 paginas.

Ele fala de Marcelo um garoto de 15 anos com uma vida boa, que em uma aula de biologia aprende que ervilhas amarelas e olhos azuis são recessivos, ou seja se um casal de olhos azuis tem filhos, os filho obrigatoriamente nasceram de olhos azuis, mas se o casal tiver olhos azuis e castanhos os filhos podem nascer ou de olhos azuis ou de olhos castanhos pois o castanho é dominante, com isso Marcelo fica intrigados pois seus pais e seus irmão tem olhos azuis e ele olhos castanhos.


Chegando em casa ele tem uma conversa com a mãe e descobre que é filho adotivo, ele ficou revoltado, pois os pais teriam mentido esse tempo todo, logo em seguida ele vai para o seu quarto e triste ele começa a lembrar fatos que comprovam isso como exemplo Maria e Ramiro, seus irmãos terem fotos da mãe grávida e ele não.


Marcelo tem um quadro dos Beatles chamado os rapazes de Liverpool, onde ele fez uma montagem colocando os rostos de sua família, mas para isso acontecer teve que duplicar um dos rapazes da foto, ele para pra refletir e chega à conclusão que realmente não é daquela família, seus pais sempre estão tentando o convencer de que um filho de coração, e que é muito especial, pois foi escolhido entre varias crianças.


Ele pensa que toda a sua vida é de mentira que as únicas coisas verdadeiras que ele tem são a DJ (Daniela Jardim), sua namora, e a paixão pelos Beatles; e no decorrer de toda a historia ele fica muito confuso com toda a sua historia.


Para se acalmar Marcelo vai passar uns dias na casa da sua avó Dinda, onde tem uma longa conversa com ela e seu namorado e se convence de que a família dele é muito boa ele sendo adotado ou não.


Eu gostei muito do livro pois fala de um assunto muito comum hoje em dia, que é a adoção, eu recomendo o livro pois gostei muito do jeito que Caio Riter falou do assunto.

Um comentário: